O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), sugeriu nesta sexta-feira que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do bicheiro Carlinhos Cachoeira tenha início com a quebra de sigilo de todos os envolvidos no caso. O deputado negou ainda que o governo esteja tentando se esquivar de emitir opinião sobre a apuração dos crimes que ligam o bicheiro a políticos e empresários, acusados de desviar dinheiro público em exploração de jogos de azar em Goiás.
"Eu começaria a investigação quebrando os sigilos fiscal, bancário e telefônico de todos aqueles que tiveram qualquer tipo de contato com o Cachoeira, mas essa decisão cabe ao relator [da CPMI]", disse Maia.
A suspeita de que a presidente Dilma não estaria querendo se manifestar sobre a CPMI para poupar colegas petistas dos inquéritos também foi desmentida pelo líder do PT na Casa, deputado Jilmar Tatto (SP). "O governo, em relação à CPMI, não está se metendo, interferindo, ainda mais nos nomes da bancada do PT", disse Tatto.
O líder petista deixou claro que os nomes que integrarão a CPMI de Cachoeira serão anunciados na próxima terça-feira (24), último dia para as indicações partidárias.
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